quarta-feira, 25 de novembro de 2009

É assim! Não, é assado! ...não faz diferença...

Ioga é a forma correta de escrever no português. Porém como outras palavras de origem estrangeira, em textos podem escrever a palavra yoga com y e sem acento como se escreve na língua inglesa. Uma palavra de origem estrangeira qualquer pode ser escrita em um texto em outro idioma de acordo com a grafia original e destacada. A palavra yôga com y e acento é uma maneira “inglesa aportuguesada”, fabricada aqui no Brasil com o objetivo da diferenciação. De acordo com a Wipédia, a enciclopédia livre, “particularmente no Brasil, mas também em Portugal e outros países, há uma certa polêmica em relação à ortografia do termo, devido às inúmeras convenções utilizadas para a transliteração de idiomas escritos em caracteres diferentes dos latinos, como no caso do grego, do hebraico, além do próprio devanágari. As grafias atualmente propostas aparecem em quase todas as variações possíveis: yôga, yoga, yóga e por fim ioga - única forma em língua portuguesa que é considerada ortograficamente correta”.
“A exceção é para as citações e nomes próprios de livros ou linhagens, para os quais foram mantidas as grafias originais adotadas na literatura de cada modalidade. Por extensão, é adotada também a forma iogue, para designar o praticante de Ioga”. (www.wikipedia.org)

Já preocupar-se se é com ou sem acento é um vritti (instabilidade), desapegue!

José Cidral

Sobre preocupações e Yoga, terminamos com um breve trecho do livro a Libertação pelo Yoga do Professor Caio Miranda:

“Alguns há que se preocupam unicamente com o físico, desejando por isso se conservar jovens e formosos. Tais pessoas dão grande importância à sua aparência pessoal, seus vestuários e sua saúde. São geralmente bons apreciadores dos prazeres da mesa e do sexo. Têm grande receio da morte e se mostram brutalmente egoístas.[...]
Outros, embora possam apresentar às vezes as mesmas características dos anteriores, já se preocupam um pouco mais com os problemas do sentimento e da emotividade, fazendo dos prazeres da mesa e dos cuidados com o corpo a verdadeira arte. [...] Contudo, são ainda egoístas.

Finalmente estão aqueles que têm a consciência focada nos corpos superiores. São os verdadeiros altruístas, os idealistas, os artistas genuínos, os gênios de toda a espécie, os condutores da humanidade. Por realizarem a consciência nos planos onde não mais existe a forma, não se consideram Seres separados dos demais, sentindo-se verdadeira e sinceramente irmãos de todos os semelhantes.
Quanto ao sentimento de religiosidade, que pode existir com maior ou menor intensidade em qualquer dos tipos acima referidos, depende do corpo búddhico, que é por excelência o corpo da emoção superior.
Aquele que, embora com a consciência focada em qualquer corpo, tiver ainda uma leve aplicação simultânea sobre o búddhico, será portador de um sentimento acentuado de arte e devoção. Ele realizará essa devoção de acordo com o estado de consciência que lhe for familiar. Se essa consciência for elementar e primitiva, como é o caso da “consciência física”, a devoção será empregada para culto também primitivo, como o fetichismo, em qualquer de suas formas. No caso da consciência de nível mais alto, como o astral e o mental, a pessoa se dedicará ao espiritismo, ao supermentalismo ou mesmo à Teosofia e ao ocultismo. Em qualquer desses ramos haverá possibilidade de vir o praticante e tornar-se um Mago Negro, desde que empregue os conhecimentos e poderes porventura adquiridos, na obtenção de coisas do seu próprio interesse profano. É por demais conhecido o destino final de muitos chefes de centro espíritas que, por fazerem uso indevido das forças com que manuseiam, terminam em desgraça. Alguns desses indivíduos atingem a loucura, por se verem envolvidos por Seres e energias que não podem controlar, mas que, de início, invocaram e exploraram em benefício próprio.
Se o foco da consciência estiver nitidamente localizado no corpo búddhico, a criatura será devocional por excelência, como Santa Terezinha do Menino Jesus, ou um verdadeiro artista, com capacidade para traduzir em cores, palavras, imagens e sons, toda a beleza e harmonia do Universo.”

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